Anti-fungal contra os fungos de verão

O verão propicia que nos movimentemos mais. Se a isto somarmos as elevadas temperaturas e a umidade temos o caldo de cultura ideal para uma das infecções de verão mais frequentes: os fungos. De fato, oito por cento das pessoas que optam por ir para a piscina para combater o calor costumam ter pé-de-atleta, a forma mais comum da infecção causada por fungos.

O desenvolvimento destas infecções varia dependendo do tipo o que enfrentaremos. “Se estamos falando de infecções superficiais de pele, cabelo ou unhas, em geral, são por contato direto com uma fonte infecciosa. O contato com a pele desprotegida, como pés descalços com uma fonte que contém elementos de fungos, pode resultar em uma infecção desta área”, explica Julio García Rodríguez. Chefe do Serviço de Microbiologia do Hospital La Paz, em Madrid e membro do Grupo de Estudo de Micologia Médica (Gemicomed) da Sociedade Portuguesa de Doenças Infecciosas e Microbiologia Clínica (Seimc), que indica que as fontes dessas infecções costumam ser ou o solo contaminado ou animais infectados.

“Em geral, os traumatismos prévios das unhas ou maceração por umidade de algumas áreas da pele, como as pregas entre os dedos ou as ingles favorecem que esses fungos assentem e proliferen”, acrescenta o especialista.

Os efeitos que provocam os fungos, as pessoas também variam, dependendo da área em que aparecem. García Rodríguez especifica que se encontram na pele, podem produzir lesões descamativas liquenificadas. “Às vezes, com pequenas vesículas, que podem sobreinfectarse porque costumam ser pruriginosa e o paciente tende a se coçar frequentemente”. Se afeta as unhas, as pessoas podem ver que podem aparecer alterações de cor, engrossamento ou deformações. Por último, se aparece no couro cabeludo podem produzir áreas de alopecia.

Como tratamento dos fungos?

Quando o especialista determina que existe uma infecção por fungos, em geral, a melhor opção para tratá-la é com anti-fungal. “O antifúngico pode ser tópico ou por via oral, de acordo com a extensão da lesão. Além disso, há que seguir algumas regras mínimas de higiene, como evitar usar calçado que esteja contaminado sem tê-lo tratado convenientemente. Evitar sapatos fechados que não deixam transpirar o pé e evitar a umidade permanente. Às vezes, as infecções nas unhas você pode usar sistemas que ajudam a eliminar o fungo cortando a lesão com lixas ou tesoura”, explica.

Em relação à duração do tratamento, García Rodríguez, indica que os tratamentos costumam ser longos, dependendo da localização e da extensão da doença. “Em geral, as unhas dos pés são as áreas mais recalcitrantes e as que requerem maior tempo de tratamento. Este é geralmente compreendido entre os dois e três meses”, conclui.

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