Alimentos que, a longo prazo, dificultam a fertilidade

Cerca de 15 por cento dos casais em idade reprodutiva em Portugal que querem ter filhos têm problemas para obtê-lo. As causas da infertilidade são múltiplas, a partir de que idade os pais, a decisão de adiar a maternidade em benefício de outras metas pessoais, alterações genéticas e hormonais ou problemas no esperma, entre outras razões.

Hoje em dia, os avanços tecnológicos e o amplo leque de tratamentos de fertilidade que há no mercado favorecem que muitos casais possam concretizar o seu sonho. No entanto, ações ao alcance de todos, como mudar o estilo de vida podem aumentar as opções de conceber um filho, já que os fatores ambientais e sociais também podem diminuir essa capacidade, como o estresse, a obesidade, o tabagismo ou o consumo de álcool e de alimentos que contêm substâncias químicas.

“No momento em que começarmos a questionar uma gravidez há que reduzir os níveis de estresse e fazer algumas mudanças na dieta, tendo em conta que os seus efeitos positivos na fertilidade começam a dar os seus frutos a partir do terceiro mês”, diz Ruben Bravo, naturopata especialista em nutrição e porta-voz do Instituto Médico Europeu da Obesidade (IMEO).

Desde IMEO destacam que no dia a dia consumimos alimentos com pequenas doses de químicos que, a longo prazo, podem prejudicar a qualidade do esperma e dos óvulos. Andrea Marques, nutricionista de IMEO recomenda ter cuidado com as frutas e verduras expostas a herbicidas e pesticidas; carnes de animais que foram tratados com hormônios, como frangos de crescimento intensivo ou de gado bovino; conservas enlatados ou alimentos embalados em plástico que pode conter traços de Bisfenol A, que age como um disruptor endócrino e interfere no ciclo hormonal natural.

Por outro lado, estimulantes como a cafeína e teína são desencorajadas por seus possíveis efeitos adversos sobre o aparelho reprodutor feminino. Em mulheres com síndrome do ovário policístico é essencial evitar os picos de insulina no sangue, que podem alterar o equilíbrio hormonal e a ovulação, por isso recomenda-se controlar o consumo de farinhas refinadas.

Diretrizes para melhorar a fertilidade

Marquês dá algumas dicas para manter uma dieta equilibrada:

  • Aumentar o consumo de frutas e vegetais ricos em antioxidantes. O motivo é que atuarão administravam os radicais livres que podem danificar os óvulos ou espermatozóides. A especialista destaca-se a cenoura, o mirtilo, o tomate, brócolis ou couve-flor.
  • Aumentar a ingestão de ácidos graxos ômega 3 através de porcas ou o peixe azul. “Esses ácidos graxos no homem, contribuem para a maturação dos espermatozóides e na mulher, estimula a ovulação”, especifica.
  • Incluir proteínas animais no menu por seu aporte de ferro, já que a sua deficiência é um sintoma de infertilidade.
  • Além disso, é fundamental ter o nível de cálcio adequado, para isso, a especialista recomenda consumir diariamente lácteos. Leite semi-desnatado, iogurte e queijo tenros e frescos ajudam a estimular o sistema reprodutor.
  • Controlar os níveis de ácido fólico antes e durante a gravidez sejam os adequados. Marquês adverte que os homens o défice de ácido fólico afeta o número e a mobilidade dos espermatozóides. Podemos encontrá-lo em vegetais de folhas verdes, cereais integrais e legumes. O consumo de ovos ricos em colina ajuda para a sua correcta absorção.
  • Incluir em nossa dieta alimentos com poder afrodisíaco, como a banana, frutos do bosque, chocolate preto, baunilha, canela ou folhas de damiana em infusão, pode aumentar o desejo sexual e também a libido.
  • Aumentar a fertilidade masculina com aportes adequados de zinco, vitamina C e selênio. O zinco, que desempenha um papel essencial na mobilidade do espermatozóide para a sua chegada ao óvulo, abunda em peixe, marisco, ovos e produtos lácteos.

A vitamina C, presente em frutas cítricas, frutas e vegetais, como o tomate ou o kiwi, contribui para a eliminação de restos de metais pesados, que prejudicam a qualidade do sêmen.

O selênio, presente em cereais integrais e frutos secos, contribui para a produção de testosterona e melhora a quantidade e a qualidade do esperma.

Por outro lado, alguns suplementos, como a maca, podem aumentar os níveis de testosterona e, portanto, a quantidade de esperma útil e a mobilidade dos espermatozóides.

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