Alergia ao pólen: como usar anti-histamínicos sem prescrição?

Em Portugal, as alergias mais frequentes na primavera se devem ao pólen das gramíneas, que é o mais predominante. O nariz e os olhos são afetados e sofrem de rinite e conjuntivite. Coceira no nariz, espirrar, irritação, lacrimejamento e muco são alguns dos sintomas mais frequentes. Alguns pacientes lhes sai alguma roncha, com coceira e desconforto. Também pode ocorrer asma, tosse, asfixia, bipes e sensação de dor no peito.

Tudo isso é provocado pela liberação de histamínicos, uma substância química que está em todos os tecidos do corpo, e que tem várias funções fisiológicas. Essas funções realizadas através de quatro receptores: H1, H2, H3, H4. “Os anti-histamínicos bloqueiam o H1, inibindo a atividade da histamina”, explica Rafael Mayorgas, alergistas da Clínica Alergogranada, de Granada.

“Os anti-histamínicos –aponta – são usados para tratar a rinite, conjuntivite e urticária (urticária e prurido da pele)”. Para a asma não controla bem os sintomas, se não se acrescenta um inalador.

Os anti-histamínicos, melhor com prescrição

Mayorgas diferença de dois tipos de anti-histamínicos, os clássicos e os de segunda geração. Os primeiros produzem mais sono e têm mais efeitos colaterais, enquanto os outros não produzem tanta sonolência.

Ambos os tipos podem obter sem receita, mas existem alguns medicamentos específicos, que são vendidos sob prescrição. “Não há diferenças entre os comercializados com e sem receita médica”, aponta o alergistas.

Mesmo assim, insiste em que o ideal é não tomar o medicamento sem prescrição médica. E coloca um exemplo: “Os sintomas de uma pessoa que tem uma rinite não causada por uma alergia podem piorar por causa do pólen. Isto pode levar a pensar, erradamente, que se trata de alergia. Se você não vai ao médico e tratada corretamente, a doença pode resultar na asma”.

Além disso, o médico pode ter um controle do paciente, importante porque “a alergia pode ser evolutiva e, apesar de, este ano, tem alguns sintomas, no ano que vem pode ter outros”.

Pessoas que não podem usar esta mediação

A consulta ao médico é ainda mais importante no caso das mulheres grávidas, já que só se conhece um anti-histamínico seguro para elas. “Teoricamente, não deveria haver problema com o resto, mas como não se podem fazer estudos grávidas, opta por não usá-los”.

Há outras pessoas que não devem farmácia com este medicamento:

  • Pacientes com insuficiência hepática ou renal: não se devem usar e se fizer, que seja muito pontualmente, já que é metabolizada pelo fígado ou rim.
  • Pessoas com depressão: as pessoas que se mediquen com drogas que deprimem o sistema nervoso central, como antidepressivos, não devem usar anti-histamínicos.
  • Alérgicos ao anti-histamínico.
  • Pessoas com algum problema cardíaco grave.

Salvo esses casos, “costumam ser mediações seguras que você pode usar quase todo o mundo”, aponta Mayorgas.

Como tomar o medicamento

Os anti-histamínicos de nova geraçãosão tomadas uma vez ao dia, se se requerem para os sintomas de nariz e olhos. Mas se forem usados para urticária podem demorar entre três e quatro vezes ao dia.

Os clássicos, como são metabolizados muito mais rápido, têm entre duas e três vezes ao dia“, explica o especialista. Como os clássicos produzem grande sonolência, seu uso se limita às noites.

Efeitos colaterais

Em a nova geração também se pode dar sonolência, mas em menor medida. A razão é que as histamínicos ajudam a manter o estado de alerta. Ao bloquear, em algumas pessoas produz sono.

Também pode produzir dor de cabeça, secura da boca ou nariz. Menos freqüente é o aumento do apetite, já que a histamina controla a saciedade. E, embora seja muito mais raro, pode dificultar a concentração ou provocar irritabilidade.

Outros tratamentos

Os tratamentos são divididos em sintomáticos e os etiológicos. As histamínicos de pertencer ao primeiro grupo, onde também se encontram:

  • Spray nasal: podem conter anti-histamínicos ou corticosteróides.
  • Colírios: normalmente anti-histamínicos.
  • Inaladores para asma: podem ser usados apenas broncodilartadores ou a combinação de broncodilatador e corticóides inalado.

O tratamento etiológico é a imunoterapia (vacinas). “Se recorre a ela quando o paciente tem sintomas muito incômodos, precisa de muita medicação ou medicação sintomática não funciona”, explica Mayorgas.

Em qualquer caso, a duração do tratamento depende das necessidades do paciente. Embora “há pessoas que após a imunoterapia não voltar a precisar de medicação. É o melhor tratamento, mas há pessoas que têm sintomas pontuais e não é necessário”.

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